Presidente da Asplan destaca importância de agenda em Brasília e reforça apoio às pautas do setor canavieiro nordestino
O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), José Inácio de Morais, ressaltou a importância estratégica das reuniões realizadas nesta quarta-feira (25), em Brasília, por representantes do setor canavieiro nordestino, liderados pela União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida). Embora integrasse o grupo mobilizado para cumprir a agenda na capital federal, o dirigente paraibano não pôde viajar em virtude de compromissos previamente assumidos.
De acordo com José Inácio, o momento exige articulação política e união das entidades para enfrentar os prejuízos acumulados na última safra e assegurar condições mínimas para a continuidade da atual. “Mesmo não estando presente fisicamente, acompanhei de perto as tratativas e reitero total apoio às pautas defendidas pela comitiva. O setor atravessa um dos períodos mais desafiadores dos últimos anos e precisa de respostas urgentes do Governo Federal e também Estadual”, afirmou.
A comitiva foi recebida pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dário Durigan, em agenda articulada pelo presidente da Câmara Federal, Hugo Motta. Também participaram de reuniões com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, com o ministro dos Transportes, Renan Filho, e com o de Comunicações,Frederico Siqueira, além de outras autoridades.
Para o presidente da Asplan, a mobilização reforça a maturidade institucional e a capacidade de diálogo do setor canavieiro nordestino. “Estamos falando de uma atividade que sustenta milhares de empregos diretos e indiretos e movimenta fortemente a economia regional. É fundamental que o Governo compreenda a dimensão social e econômica da cana-de-açúcar no Nordeste e nos apoie a superar esse cenário de prejuízos”, destacou.
José Inácio também enfatizou que a inclusão na PGPM representaria um avanço estrutural importante, garantindo maior previsibilidade e proteção ao produtor diante das oscilações de mercado e das adversidades climáticas. “Precisamos de medidas emergenciais para atravessar a crise, mas também de políticas permanentes que assegurem estabilidade ao setor”, concluiu ele.