Diretores e associados da Asplan prestigiam evento promovido pela Tabu em Caaporã

O início da moagem da safra 2019/2020 da Agro Industrial Tabu deve começar em 1º de agosto. E como os fornecedores de cana-de-açúcar são agentes importantes neste processo para a indústria, já que eles devem ser responsáveis por 57% do total de matéria-prima a ser processada pela Tabu na safra que se aproxima, a diretoria da destilaria reuniu, nesta quarta-feira (24), produtores da Paraíba e de Pernambuco para um almoço de confraternização na Casa Grande da fazenda, em Caaporã, onde fica seu parque industrial. O vice-presidente, Alexandre Meeus, junto com o diretor operacional, Luiz Sales e a diretora financeira, Daniela Tedesco, além de vários profissionais da Tabu, recepcionaram os convidados, entre os quais  estavam diretores e fornecedores ligados a Associação de Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan).

O presidente da Asplan, José Inácio de Morais, foi um dos que participou do encontro. Na ocasião, ele falou do entusiasmo da classe produtora com o atual governo federal, com destaque para a atuação da ministrada da Agricultura Tereza Cristina, dos desafios do setor e ainda da alegria de constatar a evolução da Tabu, destacando a importância disso para o setor. “Temos, de fato, que melhorar nossa produtividade, atingir as três casas decimais, o que é possível, desde que haja investimentos em tecnologia e irrigação. Melhorar a nossa produtividade é o nosso maior desafio hoje”, destacou José Inácio.

O dirigente canavieiro lembrou ainda a importância do equilíbrio da Tabu, e de outras indústrias locais. “Isso deixa o mercado mais tranquilo e os fornecedores mais aliviados pois, nós, produtores, só temos um caminho para escoar a cana que é a indústria e constatar que a Tabu e outras empresas da Paraíba estão equilibradas, nos dá uma segurança a mais e também alegria por ver que o mercado vive um momento mais promissor”, destacou o dirigente da Asplan.

O vice-presidente da Tabu, Alexandre Meeus, deu as boas-vindas aos fornecedores, falou da importância da parceria com eles, fazendo uma analogia desta relação com um casamento, e enfatizou as mudanças da empresa que a tem diferenciado no mercado. “Estamos testando novas tecnologias, diversificando produtos, nos lançando também como distribuidores, valorizando nossos profissionais e buscamos com tudo isso fortalecer as nossas relações com o mercado e com os nossos parceiros, a exemplo de vocês, nossos fornecedores de matéria-prima. Nossa relação é como um casamento que só se fortalece com confiança mútua, fidelidade para ambos e solidez na relação”, disse Alexandre Meeus.

Com 130 fornecedores cadastrados, a Tabu tem uma estimativa de moer 700 mil toneladas de cana na sua 41ª safra, sendo 395 mil toneladas oriundas de matéria-prima de fornecedores e os 305 mil restantes de cana própria da indústria. Em épocas de safra, a empresa contabiliza 1.800 colaboradores. Na safra passada, a Tabu teve um incremento de 40% de produção, atingindo a marca de 610.371.240 mil toneladas. “Trabalhamos com a estimativa de superar esses números na atual safra mas, para isso, contamos com a parceria dos fornecedores. Vocês são muito importantes para nós”, destacou o diretor operacional, Luiz Sales.

O agrônomo Bennon Barreto, que atua na cultura canavieira há 60 anos, deu um testemunho emocionado sobre como o produtor de cana no Nordeste é antes de tudo forte e perseverante. “Nós produzimos cana no pior solo do mundo que é o tabuleiro arenoso do Nordeste, portanto, nós somos bons, muito bons e temos que nos orgulhar de apesar disso tudo ainda produzir cana com economia e é com muita alegria que estou aqui testemunhando esse momento de crescimento da Tabu, porque isso não diz respeito apenas à indústria, mas, gera um impacto positivo em todo o mercado”, destacou Bennon.

Além do presidente José Inácio, participaram do evento os diretores da Asplan, Raimundo Nonato, Oscar Gouveia, Neto Siqueira e Pedro Tavares Campos Neto, além de vários associados que fornecem matéria-prima para a Tabu.