Fiscais contratados pela Asplan se reúnem para receber informações antes de iniciarem o acompanhamento da moagem nas usinas da PB

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vamberto siteOs fiscais devem começar a atuar no final de agosto ou início de setembro. Eles trabalham em regime de escala, 24h, visto que o fornecimento de cana não sofre interrupção nas usinas

Os 18 fiscais contratados pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) para acompanhar a moagem da cana-de-açúcar dos produtores canavieiros paraibanos, nas oito usinas sucroalcooleiras existentes no estado, se reúnem na próxima segunda-feira (10), às 8 horas, no auditório da associação, para receber as últimas informações antes de começarem a atuar nas indústrias. A expectativa é que eles comecem a trabalhar, gradativamente, a partir do dia 15 de agosto, quando começa a moagem da safra 2015/2016.

Este ano, excepcionalmente, não haverá necessidade do treinamento para os fiscais, pois todos os profissionais que atuarão como agentes tecnológicos nesta safra foram os mesmos que trabalharam na safra anterior. “Como eles já passaram pela capacitação no ano passado e já têm a prática da fiscalização, vamos apenas reuni-los para dar as boas-vindas e passar algumas informações mais atuais”, afirma o coordenador do Departamento Técnico da Asplan, Vamberto Rocha, que junto com o supervisor da equipe de fiscalização, Edvan Silva, e o consultor e pesquisador da Universidade Federal Rural do Pernambuco (UFRPE), Francisco Dutra, conduzirá a reunião do dia 10. Dutra também é o químico responsável pelo trabalho desenvolvido durante a safra.

O trabalho  de fiscalização da cana dos associados da Asplan é realizado 24 horas por dia, em regime de escala, visto que o fornecimento de cana para as unidades industriais não sofre interrupção. O presidente da Asplan, Murilo Paraíso, lembra que para garantir a remuneração correta da cana dos fornecedores associados, a Asplan, além de oferecer o monitoramento de moagem nas usinas 24 horas por dia, mantém um laboratório devidamente equipado em sua sede para análise comparativa. “O objetivo da ação é aprimorar ainda mais a fiscalização, comparando amostras e exaurindo qualquer dúvida quanto à remuneração que recebe nossos associados”, salienta o dirigente.

Vamberto Rocha, do Detec, lembra que os fiscais elaboram relatórios semanais e os enviam para a equipe responsável pela fiscalização na Asplan. Outros relatórios diários, quinzenais e de resumo de safra também são enviados ao Detec.

Murilo Paraíso destaca que o trabalho de monitoramento desenvolvido em prol dos cerca de 1.800 produtores associados à Asplan tem como objetivo garantir uma avaliação precisa da qualidade da matéria-prima fornecida às usinas. “Esse é mais um serviço que disponibilizamos, sem ônus, para os nossos associados que assegura uma remuneração correta da matéria-prima que é fornecida às usinas”, finaliza o presidente da Asplan.