Reativação da Cruangi anima produtores canavieiros

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cruagiUnidade produzirá, inicialmente, apenas álcool. A previsão para a primeira safra é  de 400 mil toneladas de cana-de-açúcar

O vice-presidente da Asplan, Raimundo Nonato, participou na última sexta-feira (10), de uma reunião na sede da AABB, em Timbaúba, para debater o desenvolvimento socioeconômico que trará àquela região a reativação da usina Cruangi, que foi reaberta graças a um contrato de arrendamento feito pela Cooperativa da Associação dos Fornecedores de Cana de PE (Coaf). Políticos, produtores, associados da Coaf e autoridades participaram do encontro.

“A reativação de uma unidade industrial muda toda a realidade ao entorno da mesma, isto porque, de imediato, acontece a geração de empregos, a realização de novos negócios, enfim, abre-se o horizonte com a perspectiva de progresso e desenvolvimento, de forma que estou muito feliz em estar aqui hoje, representando a Asplan neste momento histórico”, disse Nonato, que na ocasião, a título de dar sua contribuição com a unidade prometeu destinar 1000 toneladas de cana para moagem em Carpina, apesar dos quase 70 km que separam a unidade de sua propriedade. “É uma forma singela de dar uma ajuda para que tudo dê certo”, disse Nonato que foi bastante aplaudido pela iniciativa.

Segundo declarações do engenheiro químico da Cruangi, Plácido Borba, para a Imprensa de Carpina, na recuperação do parque industrial da unidade devem ser investidos de R$ 3 a 5 milhões. A previsão de safra gira em torno de 400 mil toneladas. A reativação da unidade vai assegurar a reabertura de 150 postos de trabalho e a produção de 300 mil litros de álcool/dia. Quando tiver em plena atividade,  o número de empregos na Cruangi deve chegar a 1.200. Nessa primeira safra,  a usina não produzirá açúcar, somente álcool.