Asplan participa de audiência que debateu reativação da Usina São Francisco no RN

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audiencia rnAudiência aconteceu nesta segunda-feira (27), na Câmara de Vereadores de  Ceará Mirim, no vizinho estado do  Rio Grande do Norte

Depois da Usina Cruangi, na Zona da Mata Norte pernambucana, retomar suas atividades graças a um contrato de arrendamento feito pela Cooperativa da Associação dos Fornecedores de Cana de PE (Coaf), outra unidade industrial, desta vez no estado do Rio Grande do Norte, poderá voltar a operar. O setor canavieiro potiguar e os políticos das regiões produtoras de cana naquele estado já iniciaram, mobilização neste sentido, para tentar reativar a Usina São Francisco, na região do Ceará Mirim. Na manhã desta segunda-feira (27) foi realizada uma audiência pública na Câmara de Vereadores da cidade para debater o assunto.

A audiência teve a participação do presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso e do diretor da associação paraibana, Pedro Jorge Coutinho. O presidente da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), Alexandre Lima foi um dos oradores do evento e em sua fala abordou a reativação do parque fabril de Pumaty, na Mata Sul de Pernambuco, e mais recentemente, da Usina Cruangi, na Zona da Mata Norte do mesmo estado. “Apresentei os desafios que enfrentamos com essas duas experiências que mostram que quando há união, força de vontade, trabalho e investimento é possível reativar uma indústria”, disse Alexandre.

Para o presidente da Asplan, Murilo Paraíso, a audiência foi muito importante, pois abriu novas perspectivas e horizontes para o setor. “O debate da reabertura de um unidade industrial reacende esperanças de progresso e desenvolvimento, pois ela vem sempre acompanhada da geração de novos empregos e de novas fontes de renda”, destaca Murilo.

Também prestigiou a audiência o prefeito de Ceará Mirim, Antônio Marcos de Abreu Peixoto e o presidente da Asplan/RN, Renato Lima. Os trabalhos foram conduzidos pelo presidente da Câmara, vereador Renato Martins, que também foi o autor do requerimento que gerou a audiência pública.